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domingo, 29 de abril de 2012

O inverno mais esperado de todos os tempos



por Diego Dias


"Quando se joga o jogo dos tronos, você vence ou você morre. Não existe meio-termo".
Cersei Lannister



A Guerra dos Tronos é uma obra fictícia, contada por meio de crônicas e sua narrativa é em terceira pessoa onde cada capitulo tem uma visão determinada de seus personagens. As relações entre cada um é o ponto forte da obra, o autor cria um vasto mundo cheio de personagens que são membros de famílias (ou clãs) específicos. Dentro da história não existem os heróis, os vilões, as mocinhas indefesas, todos são humanos e cometem erros, são indecisos e tudo por conta de um trono de ferro.
O enredo se faz em volta desse trono que cada um o quer para si, e fazem de tudo para consegui-lo. Não coloquei a frase logo no topo do texto à toa, ela exemplifica bem a guerra travada entre as famílias, por conta da “cadeira” de ferro, é a velha história de que nossas escolhas influenciam no futuro, a escolha é uma só para depois arcar com as consequências.
Eddard Stark (Ned) é Senhor de Winterfell, Protetor do Norte e o personagem central do primeiro livro. Casado com Catelyn, da Casa Tully tendo cinco filhos com ela e pai de um sexto filho, um bastardo. Lutou anteriormente ao lado de seu amigo Robert Baratheon contra a Casa Targaryen, vencendo a guerra e fazendo de Robert o novo rei. Quando tudo permanecia bem, a mão do rei (aquele nomeado pelo próprio para lhe dar conselhos ou mesmo assumir seu posto quando necessário) morre, fazendo com que Robert viaje até Winterfell para pedir a seu amigo Ned, que seja a nova mão. É a partir dai que a os jogos começam.
Confesso que não estava acostumado a esse tipo de leitura achando maçante logo de inicio, mas essa é a estética do autor, narrar todas as situações em que os personagens se envolvem. Aos poucos vamos conhecendo seus personagens que possuem certa complexidade jamais vista, capazes de fazer você odiá-los ou amá-los, gostando ou não o que cada um faz é essencial para a trama.
Longe de ser um romance com final feliz, como já disse anteriormente é nas relações entre personagens que você encontra uma trama parecida com a “vida real”. Os personagens crescem, evoluem e vão ganhando notoriedade e em outras formas mostrando quem realmente são ou crescem pelo fato de terem de ser obrigados a isso.
A Guerra dos Tronos: As Crônicas de Gelo e Fogo é um romance com intrigas, guerras, um retorno triunfante da alta fantasia e talvez o melhor épico de todos os tempos. Ao ler o primeiro livro, logo corremos atrás do segundo e depois do terceiro... Pois “O inverno está chegando” e é o mais esperado de todos os tempos.


 Série de livros de bolso, "Game of Thrones" com as capas das série de televisão.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

A necessidade de “retocar” a democracia


por Fernando Eiji Mabuti 

 É um fato pensar que a tecnologia esta cada vez mais avançada, que a cada dia, novos produtos e possibilidades surgem e a tendência é a sociedade evoluir juntamente a ela. Hoje, é possível uma pessoa acompanhar uma noticia na televisão quanto no site da emissora, devida a convergência das mídias, ou também, com a utilização da internet permite aprender tanto a fazer um curso educativo quanto uma breve viagem virtual por algum país distante, graças à inteligência coletiva em que é compartilhada em diversos sites. Entretanto, esses recursos não são utilizados por todos e sim por uma pequena parcela, tendo em mente a extrema importância para a sociedade, a convergência das mídias juntamente a inteligência coletiva deveriam fazer parte da democracia social?
Primeiramente, vamos entender a definição de convergência das mídias e inteligência coletiva:
Convergência das mídias é a interação entre os meios impressos e eletrônicos, como: rádio, TV, jornal, computador, para a distribuição de conteúdos multimídias, que podem ser compartilhados com o uso do computador e da internet. O conceito de inteligência coletiva foi criado por Pierre Lévy, com o conceito de homem compartilhe seus pensamentos, informações, ideias com outras pessoas através do uso da internet, por meio de blogs, fóruns, entre outros.
Pierre Lévy, afirma que a internet pode criar uma espécie de “ágora virtual” em que seus usuários podem compartilhar memórias, percepções, inteligência individual, criando um tipo de aprendizado coletivo entre eles, embora, ele acredite que o analfabetismo e a falta cultural são os grandes problemas. O acesso à banda larga permite ao acesso de informações, como arquivos e vídeos com uma velocidade superior a internet convencional. É preciso instalá-la tanto em escolas quanto em lugares públicos, necessita-se uma ênfase do governo para que haja uma maior prioridade ao acesso a internet. A convergência das mídias é muito importante para a nação do Brasil, o descaso com a memória brasileira também se repete no meio digital, onde não há nenhum esforço para que haja uma digitalização dos conhecimentos do próprio país. Um exemplo de sua importância são os canais educativos: TV Escola e o Canal Saúde, ambos são canais UHF, que são transmitidos para todo o Brasil e que  necessitam apenas de uma antena  parabólica analógica. A televisão interativa digital permite que o aluno tenha participação na programação, tendo contato com um especialista, dependendo da programação ainda haver uma troca de informações com jovens de diversos lugares do país. Outro papel fundamental, é que o educador entenda e interaja no processo educativo juntamente ao aluno à frente as novas perspectivas dos meios midiáticos, para que possam tirar o maior proveito delas e de seus novos recursos.
Após tantas informações, são evidentes os resultados decorrentes a convergência das mídias e inteligência coletiva, que é necessária a presença delas na democracia, em que muitos precisam desfrutar desse universo.

Referência





segunda-feira, 16 de abril de 2012

Creative Commons


Conheça a organização, suas licenças e para que serve

por Vinicius Melo

Atualmente na Internet existem muitos problemas em relação aos direitos autorais, pois qualquer vídeo, imagem, texto, música, enfim, qualquer tipo de obra intelectual e/ou criativa poderia facilmente ser copiado, modificado e compartilhado sem mesmo que o autor soubesse, e deste modo tirando os direitos do autor sobre o trabalho. Pensando nisso foi criada uma organização chamada Creative Commons com a finalidade de facilitar a legalização em relação ao direito autoral dos materiais originais.
Lerry Lessig, Hal Abelson e Eric Eldred, fundadores da CC, criaram vários tipos de licenças que permitem a cópia, manipulação e distribuição de obras originais com ou sem fins lucrativos, porém sempre seguindo a legislação de cada país.
Atualmente existem seis tipos de licenças.

Atribuição (CC BY)

Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e construam sobre a sua obra, mesmo comercialmente, desde que lhe deem crédito pela criação original. Esta é a licença mais aberta dentre as oferecidas. Recomendado para ampla divulgação e utilização dos materiais licenciados.

Atribuição-CompartilhaIgual (CC BY-SA)

Esta licença permite que outros remixem, façam tweak e construam sobre a sua obra, mesmo para fins comerciais, contanto que atribuam crédito a você e licenciem as novas criações sob os mesmos parâmetros. Esta licença é muitas vezes comparada ao "copyleft" – licenças de software livre e open source. Todas as novas obras com base na sua levarão a mesma licença, então quaisquer derivados também permitirão o uso comercial. Esta é a licença utilizada pela Wikipedia, e é recomendada para materiais que se beneficiariam de conteúdo da mesma e de projetos igualmente licenciados.

Atribuição-SemDerivados (CC BY-ND)

Esta licença permite a redistribuição, comercial e não comercial, desde que a obra permaneça inalterada, com crédito para você.

Atribuição-NãoComercial  (CC BY-NC)

Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem obras não comerciais e, apesar de suas obras novas deverem créditos a você e ser não comerciais, não precisam ser licenciadas nos mesmos termos.

Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual (CC BY-NC-SA)

Esta licença permite que outros remixem, façam tweak e construam sobre o seu trabalho não comercialmente, contanto que atribuam crédito a você e licenciem as novas criações sob os mesmos termos.

Atribuição-NãoComercial-SemDerivados  (CC BY-NC-ND)

Esta licença é a mais restritiva das nossas seis licenças principais, permitindo que os outros façam o download de suas obras e compartilhem-nas desde que deem crédito a você, não as alterem ou façam uso comercial delas.
           
          O Creative Commons está ajudando, ainda que lentamente, a acabar com a pirataria e com os problemas relacionados aos direitos autorais. A possibilidade de qualquer pessoa ter a condição de copiar, distribuir e manipular legalmente qualquer obra que esteja registrada no CC também faz com que o uso correto deste meio facilite a divulgação das obras, sendo assim, essa ferramenta funciona trazendo beneficio para trabalhos e projetos principalmente educacionais.

 CC+: Creative Commons and Commerce





terça-feira, 10 de abril de 2012

A Geração Y já vem com a tecnologia nas veias


por Juceline Acioli


A Geração Y também conhecida com Geração Milennials ou Geração Internet, se refere aos indivíduos que nasceram entre os anos de 1980 a 1990, neste período ocorreram grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica.
São chamados de milennials, por ser a geração da mudança do milênio. Essa definição foi criada pela Advertising Age, revista de publicidade e propaganda norte americana, que definiu em 1993, os hábitos de consumo dos adolescentes dessa época.
Velocidade, tecnologia, perfil multitarefas e individualismo, são atributos que definem muito bem essas pessoas, muito dinâmicos, “antenados” e familiarizados com diversas tecnologias. Cresceram navegando na internet em busca dos mais diversos conteúdos. Executar várias coisas ao mesmo tempo é outra característica, “se não a mais forte” dessa geração, pois esses jovens não tem paciência para atividades muito longas. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidar com o chefe como se fosse um colega de turma. Extremamente “acelerados”, eles estão acostumados a ter uma resposta muito rápida, como se o tempo fosse escasso.
A música está presente em todas as situações que esses jovens passam, formando a trilha sonora de suas vidas. Sobre o futuro a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje, e com o vasto acesso a informações que lhe são disponibilizadas, a sensação e de que o mundo cabe em suas mãos.


E assista vídeos que trazem reportagens exclusivas sobre essa geração milennials.


  

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O avanço tecnológico do iPad 3 não foi um sucesso


   Lançamento do iPad 3

por Bruna Schoroder




   A Apple começou na terça-feira do dia 28 de fevereiro a enviar convites para a imprensa para o grande lançamento marcado para 7 de março. O lançamento para as lojas físicas do novo iPad foi motivo para uma corrida às lojas e horas de espera em filas para estar entre as primeiras pessoas a comprar o tablet.
Na emblemática loja da Apple no centro de San Francisco, na Califórnia, o tempo era chuvoso, o que não impediu os clientes de visitarem o local. Em Manhattan, Nova York, as vendas também já começaram e provocaram grandes filas, além de muita expectativa. O aparelho foi colocado à venda à meia-noite e movimentou a madrugada da cidade.
   A IT Web cobriu o lançamento do iPad  em tempo real que em parceria com a Information Week EUA, trouxe ao leitor, o lançamento ao vivo do iPad 3. Segundo a Apple, mais de um milhão de aplicativos para o novo aparelho foram descarregadas no primeiro dia. O iPad foi pirateado dentro das primeiras 24 horas.
O novo tablet, com preços a partir de US$ 499 para o modelo mais básico de 16 GB com Wi-Fi, vem com um processador mais rápido, uma tela de alta definição, uma câmera mais desenvolvida e com versões que se conectam à rede 4G.
Tim Cook apresentou a nova versão do iPad, que conta com tela de alta definição e internet 4G (quarta geração). No entanto, a tecnologia LTE, usada no 4G do novo iPad, não é compatível com a rede da Telstra na Austrália.
   O iPad da primeira geração foi lançado em Portugal no dia 30 de novembro de 2010 assim como no Brasil, porém a diferença foi que aqui houve um certo transtorno devida a empresa brasileira Transform, entrou com uma ação contra as distribuidoras do aparelho no país, alegando ter a propriedade da marca iPad. O produto da Transform em questão é o desfibrilador i-PAD Fast, cujo nome foi pedido solicitação no INPI no início de 2007, enquanto a Apple pediu em 16 de julho de 2009. Em defesa, a Apple alega que o nome é semelhante ao nome de seu domínio.
Apesar da grande motivementação gerada o impacto do lançamento do Ipad 3 foi muito menor do que o lançamento do iPad 2, pois alguns  analistas afirmam que o novo aparelho não apresentou uma evolução significativa de tecnologia.

Assistam ao vídeo do Lançamento:


segunda-feira, 2 de abril de 2012