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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Dica de Blog: Desabafo de um ATORmentado

Blog da Semana






Cansado de sua vidinha medíocre, o então ator recém formado decide dar a cara a tapa e criar esse blog. E mostrar o quão um ator é mentado!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

A Musa da Sobrevivência

por Diego Dias



A banda inglesa Muse na data de ontem colocou ao ar uma música do seu novo álbum, intitulado The 2nd Law.


A música de nome "Survival" e é o tema OFICIAL das Olimpíadas de Londres. Matt escreveu a letra já pensando nos jogos olímpicos, assim sendo, ela será sobre determinação, superação e é claro, vitória. A música será tocada na abertura das partidas, em propagandas oficiais do evento, na entrega de medalhas e etc.


Muse - Survival
Fonte: Muse Brasil

quarta-feira, 9 de maio de 2012

S.O.P.A., P.I.P.A., A.C.T.A., O.M.G.


por Kaio Augusto

Há pouco tempo atrás a internet e os seus usuários praticamente pararam, com medo de um ameaça que mudaria o rumo da rede mundial de computadores. Essa ameaça eram os projetos de lei para tentar acabar com a pirataria na rede que afetariam de maneira devastadora os internautas. Um exemplo disso é  o facebook, que poderia ser fechado caso alguém postasse nele uma foto com copyright, sem autorização. Por pior que isso possa parecer, há sim pessoas por trás de um ato que possa parecer tão terrível.
O S.O.P.A. (Stop Online Piracy act) é um projeto de lei elaborado por Lamar S. Smith que visava ampliar os meios legais dos detentores de direitos autorais, para que assim eles pudessem impedir que filmes, músicas e imagens fossem impedidos de circular ilegalmente. Quando esses direitos fossem acionados o site seria bloqueado para que fosse retirado o arquivo ilegal, caso acontecesse novamente o site seria fechado. Por trás desta lei estavam também grandes nomes da indústria do entretenimento como a Walt Disney e o canal CBS (responsável por séries de grande sucesso, exemplo Two and a half men e C.S.I.). Para mostrar como funcionariam as coisas, o F.B. I mandou fechar o site Megaupload e prendeu seu dono, o milionário Kim Dotcom. Houve diversos protestos contra esse projeto de lei, como o ataque dos Anonymous ao site do F.B.I., outros grandes sites mostraram sua oposição. O projeto de lei está parado para que haja um “acordo sobre a solução”.
Cabe aos usuários mostrarem sua insatisfação com estes projetos de lei que acabam com nossos direitos a liberdade de expressão. Para isso precisamos seguir a lei em alguns momentos, sempre que possível adquirir o original. Sim, os preços são altos, mas a qualidade é melhor. Fora que é uma contribuição para que esse trabalho continue.
Entenda os outros projetos:
A.C.T.A. (Anti-Counterfeiting Trade Agreement): É um tratado comercial internacional que visa o cumprimento das leis de direitos intelectuais. De acordo com os proponentes, é “uma resposta ao aumento da pirataria”. Os países que entram neste tratado são os Estados Unidos, o Japão, a Suiça e a União Europeia, depois foram  integrados Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Emirados Árabes, México e Nova Zelândia.
P.I.P.A. (Protect IP Act): É um projeto de lei que propõe o fechamento de sites que divulguem conteúdo pirata, impedindo o IP dessas páginas de funcionar.

Lamar S. Smith, o senador americano que elaborou o projeto S.O.P.A.

Página do site wikipedia em protesto contra os projetos S.O.P.A e P.I.P.A.






Refêrencias:
Video que explica como seria a internet caso essas leis fossem aprovados( http://www.youtube.com/watch?v=K3ORTCseHD8&feature=player_embedded )



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Do que é feito um fã?

por Kaio Augusto

    Nesses tempos de ídolos quase que instantâneo, o que define um fã? Segundo o grande pai da sabedoria, o dicionário, fã é um grande admirador, um entusiasta. Um entusiasta de futebol, por exemplo, não tem vergonha de caminhar com escudo imponente de seu time estampado no peito, nem de chorar quando seu time perde a decisão e muito menos de entrar em uma discussão acalorada com o colega de trabalho, que torce pelo time rival. E é aí que mora o problema do fanatismo.
              Um aficionado por qualquer que seja sua idolatria chega aos extremos quando ouve qualquer crítica, por mais sutil que ela seja a ponto de não se importar de distribuir agressões.  Coletivamente, esses admiradores começam a se parecer uns com os outros, perdendo a individualidade dentro daquele grupo. Não apenas a vestimenta, o cabelo tornar-se semelhante entre si, mas também o meio de pensar e agir. Mas não é apenas de pontos negativos que faz um fã, muito pelo contrario. É muito fácil encontrar na internet grupos de debate que discutem sobre seus gostos, de maneira divertida e inteligente, isso sem que a mãe de ninguém saia ofendida por divergência de opiniões.
              Há também diversos conteúdos que são criados, como histórias (Fanfics), ilustrações (Fanarts) entre muitas outras.  Estes admiradores são um ótimo alvo para a venda de produtos ligados a seus ídolos. Como por exemplo, a banda Kiss que além de camisetas, brinquedos e bonés, tinham seu nome vinculado a uma marca de camisinhas.
             Ser um fã é participar de um grupo maior, é mostrar ao mundo que não se envergonha de seus gostos. Mas nunca se esquecer de que suas opiniões dividem espaço com outras completamente divergentes e que estas também devem ser respeitadas. 

Tatuagem:fanatismo marcado na pele.


Cosplay é uma prática onde os fãs se vestem como seus personagens favoritos.




Referências:
Hooligans(Filme, Dir. Lexi Alexander, 2005)
Fanboys(Filme, Dir.Kyle Newman, 2009)
http://www.whovians.net/( Fã site de Doctor Who)
http://potterish.com/ (Fã site de Harry Potter)


domingo, 29 de abril de 2012

O inverno mais esperado de todos os tempos



por Diego Dias


"Quando se joga o jogo dos tronos, você vence ou você morre. Não existe meio-termo".
Cersei Lannister



A Guerra dos Tronos é uma obra fictícia, contada por meio de crônicas e sua narrativa é em terceira pessoa onde cada capitulo tem uma visão determinada de seus personagens. As relações entre cada um é o ponto forte da obra, o autor cria um vasto mundo cheio de personagens que são membros de famílias (ou clãs) específicos. Dentro da história não existem os heróis, os vilões, as mocinhas indefesas, todos são humanos e cometem erros, são indecisos e tudo por conta de um trono de ferro.
O enredo se faz em volta desse trono que cada um o quer para si, e fazem de tudo para consegui-lo. Não coloquei a frase logo no topo do texto à toa, ela exemplifica bem a guerra travada entre as famílias, por conta da “cadeira” de ferro, é a velha história de que nossas escolhas influenciam no futuro, a escolha é uma só para depois arcar com as consequências.
Eddard Stark (Ned) é Senhor de Winterfell, Protetor do Norte e o personagem central do primeiro livro. Casado com Catelyn, da Casa Tully tendo cinco filhos com ela e pai de um sexto filho, um bastardo. Lutou anteriormente ao lado de seu amigo Robert Baratheon contra a Casa Targaryen, vencendo a guerra e fazendo de Robert o novo rei. Quando tudo permanecia bem, a mão do rei (aquele nomeado pelo próprio para lhe dar conselhos ou mesmo assumir seu posto quando necessário) morre, fazendo com que Robert viaje até Winterfell para pedir a seu amigo Ned, que seja a nova mão. É a partir dai que a os jogos começam.
Confesso que não estava acostumado a esse tipo de leitura achando maçante logo de inicio, mas essa é a estética do autor, narrar todas as situações em que os personagens se envolvem. Aos poucos vamos conhecendo seus personagens que possuem certa complexidade jamais vista, capazes de fazer você odiá-los ou amá-los, gostando ou não o que cada um faz é essencial para a trama.
Longe de ser um romance com final feliz, como já disse anteriormente é nas relações entre personagens que você encontra uma trama parecida com a “vida real”. Os personagens crescem, evoluem e vão ganhando notoriedade e em outras formas mostrando quem realmente são ou crescem pelo fato de terem de ser obrigados a isso.
A Guerra dos Tronos: As Crônicas de Gelo e Fogo é um romance com intrigas, guerras, um retorno triunfante da alta fantasia e talvez o melhor épico de todos os tempos. Ao ler o primeiro livro, logo corremos atrás do segundo e depois do terceiro... Pois “O inverno está chegando” e é o mais esperado de todos os tempos.


 Série de livros de bolso, "Game of Thrones" com as capas das série de televisão.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

A necessidade de “retocar” a democracia


por Fernando Eiji Mabuti 

 É um fato pensar que a tecnologia esta cada vez mais avançada, que a cada dia, novos produtos e possibilidades surgem e a tendência é a sociedade evoluir juntamente a ela. Hoje, é possível uma pessoa acompanhar uma noticia na televisão quanto no site da emissora, devida a convergência das mídias, ou também, com a utilização da internet permite aprender tanto a fazer um curso educativo quanto uma breve viagem virtual por algum país distante, graças à inteligência coletiva em que é compartilhada em diversos sites. Entretanto, esses recursos não são utilizados por todos e sim por uma pequena parcela, tendo em mente a extrema importância para a sociedade, a convergência das mídias juntamente a inteligência coletiva deveriam fazer parte da democracia social?
Primeiramente, vamos entender a definição de convergência das mídias e inteligência coletiva:
Convergência das mídias é a interação entre os meios impressos e eletrônicos, como: rádio, TV, jornal, computador, para a distribuição de conteúdos multimídias, que podem ser compartilhados com o uso do computador e da internet. O conceito de inteligência coletiva foi criado por Pierre Lévy, com o conceito de homem compartilhe seus pensamentos, informações, ideias com outras pessoas através do uso da internet, por meio de blogs, fóruns, entre outros.
Pierre Lévy, afirma que a internet pode criar uma espécie de “ágora virtual” em que seus usuários podem compartilhar memórias, percepções, inteligência individual, criando um tipo de aprendizado coletivo entre eles, embora, ele acredite que o analfabetismo e a falta cultural são os grandes problemas. O acesso à banda larga permite ao acesso de informações, como arquivos e vídeos com uma velocidade superior a internet convencional. É preciso instalá-la tanto em escolas quanto em lugares públicos, necessita-se uma ênfase do governo para que haja uma maior prioridade ao acesso a internet. A convergência das mídias é muito importante para a nação do Brasil, o descaso com a memória brasileira também se repete no meio digital, onde não há nenhum esforço para que haja uma digitalização dos conhecimentos do próprio país. Um exemplo de sua importância são os canais educativos: TV Escola e o Canal Saúde, ambos são canais UHF, que são transmitidos para todo o Brasil e que  necessitam apenas de uma antena  parabólica analógica. A televisão interativa digital permite que o aluno tenha participação na programação, tendo contato com um especialista, dependendo da programação ainda haver uma troca de informações com jovens de diversos lugares do país. Outro papel fundamental, é que o educador entenda e interaja no processo educativo juntamente ao aluno à frente as novas perspectivas dos meios midiáticos, para que possam tirar o maior proveito delas e de seus novos recursos.
Após tantas informações, são evidentes os resultados decorrentes a convergência das mídias e inteligência coletiva, que é necessária a presença delas na democracia, em que muitos precisam desfrutar desse universo.

Referência





segunda-feira, 16 de abril de 2012

Creative Commons


Conheça a organização, suas licenças e para que serve

por Vinicius Melo

Atualmente na Internet existem muitos problemas em relação aos direitos autorais, pois qualquer vídeo, imagem, texto, música, enfim, qualquer tipo de obra intelectual e/ou criativa poderia facilmente ser copiado, modificado e compartilhado sem mesmo que o autor soubesse, e deste modo tirando os direitos do autor sobre o trabalho. Pensando nisso foi criada uma organização chamada Creative Commons com a finalidade de facilitar a legalização em relação ao direito autoral dos materiais originais.
Lerry Lessig, Hal Abelson e Eric Eldred, fundadores da CC, criaram vários tipos de licenças que permitem a cópia, manipulação e distribuição de obras originais com ou sem fins lucrativos, porém sempre seguindo a legislação de cada país.
Atualmente existem seis tipos de licenças.

Atribuição (CC BY)

Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e construam sobre a sua obra, mesmo comercialmente, desde que lhe deem crédito pela criação original. Esta é a licença mais aberta dentre as oferecidas. Recomendado para ampla divulgação e utilização dos materiais licenciados.

Atribuição-CompartilhaIgual (CC BY-SA)

Esta licença permite que outros remixem, façam tweak e construam sobre a sua obra, mesmo para fins comerciais, contanto que atribuam crédito a você e licenciem as novas criações sob os mesmos parâmetros. Esta licença é muitas vezes comparada ao "copyleft" – licenças de software livre e open source. Todas as novas obras com base na sua levarão a mesma licença, então quaisquer derivados também permitirão o uso comercial. Esta é a licença utilizada pela Wikipedia, e é recomendada para materiais que se beneficiariam de conteúdo da mesma e de projetos igualmente licenciados.

Atribuição-SemDerivados (CC BY-ND)

Esta licença permite a redistribuição, comercial e não comercial, desde que a obra permaneça inalterada, com crédito para você.

Atribuição-NãoComercial  (CC BY-NC)

Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem obras não comerciais e, apesar de suas obras novas deverem créditos a você e ser não comerciais, não precisam ser licenciadas nos mesmos termos.

Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual (CC BY-NC-SA)

Esta licença permite que outros remixem, façam tweak e construam sobre o seu trabalho não comercialmente, contanto que atribuam crédito a você e licenciem as novas criações sob os mesmos termos.

Atribuição-NãoComercial-SemDerivados  (CC BY-NC-ND)

Esta licença é a mais restritiva das nossas seis licenças principais, permitindo que os outros façam o download de suas obras e compartilhem-nas desde que deem crédito a você, não as alterem ou façam uso comercial delas.
           
          O Creative Commons está ajudando, ainda que lentamente, a acabar com a pirataria e com os problemas relacionados aos direitos autorais. A possibilidade de qualquer pessoa ter a condição de copiar, distribuir e manipular legalmente qualquer obra que esteja registrada no CC também faz com que o uso correto deste meio facilite a divulgação das obras, sendo assim, essa ferramenta funciona trazendo beneficio para trabalhos e projetos principalmente educacionais.

 CC+: Creative Commons and Commerce